O Balancim é uma plataforma de suspensão usada em manutenções e construção de fachadas de edifícios. É um andaime suspenso, podendo ser manual ou elétrico.

Apesar de ser muito manuseado e conhecido em obras, o balancim requer alguns conhecimentos e certas medidas de precaução em seu uso.

Existem tipos de balancins diferentes. O mecânico, por exemplo, é leve e pode ser usado para tarefas de reparo, pintura e, também, manutenção.

Já o balancinho mecânico é mais pesado, com dimensões e capacidades maiores, é mais indicado para a aplicação de revestimentos externos.

O último tipo de balancim é o elétrico, equipamento que funciona por meio de motores e se assemelha como um elevador para os profissionais da obra.

O balancim em “L” tem como intuito facilitar os serviços externos nos cantos das edificações como:

  • Reboco;
  • Pintura;
  • Aplicação de revestimentos;
  • Limpeza e manutenção.

O tipo “L” pode ser uma Balancim manual ou elétrico, o que dependerá da necessidade para cada obra.

Assim, é possível executar de melhor forma cada necessidade, pois não será requerido que o equipamento se desloque para efetuar a tarefa (cantos).

No entanto, esse dispositivo não é muito usado durante a construção, porque ele requer ser fixado no topo da estrutura do projeto.

Empresas especializadas em balancim oferecem variedades desse equipamentos como: balancins elétricos, manuais (cabo passante) e individuais (chamados de cadeiras suspensas).

Nos balancins atuais, e nas modalidades elétricas e manuais, o cabo de aço não se armazena no tambor o que proporciona um esforço uniforme do operador do início ao fim dos trabalhos aumentando a produtividade.

Qualquer tipo de balancins precisa estar conforme as normas de segurança NR-18 e NBR-6494. Também precisam ser testados e certificados pelos órgãos técnicos de credibilidade e reputação no Instituto de Pesquisas Tecnológicas da USP (IPT) (no caso da cidade de São Paulo) e na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), na cidade carioca.

Saiba sobre a análise de solo

A Análise de solo preço justo é necessário ser feito antes de uma construção ser iniciada, pois é responsável por obter conclusões sobre a qualidade do solo e sua capacidade de suporte. Assim, a obra pode ser detalhada e ter uma análise completa do terreno.

Se caso não ocorrer a análise, há grandes probabilidades de gerar riscos de desastres no futuro o que poderá, ou não, ser precavidos com avaliações constantes no local, dado suporte às grandes cargas além de verificar as variações de umidade.

Para checar as informações é preciso realizar diversos ensaios laboratoriais por meio de amostragens do solo. Esses ensaios são: ensaio de adensamento, teor de umidade, ensaio de compactação, limite de liquidez (LL); limite de plasticidade (LP); grau de saturação; porosidade; densidade real; densidade aparente; e, análise granulométrica.

A principal vantagem de realizar a análise do solo é a sua necessidade, pois o custo-benefício é grande.

Isso ocorre devido ao fato de que a construção que não realiza essa etapa têm acrescido, drasticamente, o nível de instabilidade da obra. Além disso, aumenta a probabilidade de grandes investimentos para realizar as correções e, ainda, pode ocorrer questões/ ações judiciais.

A análise de solo é fundamental antes de se fazer qualquer obra porque evita catástrofes, é fundamental para segurança do que será construído ali, mas, como também, nos arredores. Consulte uma empresa especializada no assunto.

Conheça as brocas, peças pequenas, mas fundamentais

Em toda construção há inúmeras ferramentas para suprir as tarefas recorrentes de uma edificação, a broca tem papel efetivo nesse tipo de trabalho.

Contudo, o mercado disponibiliza vários modelos que servem para cada tipo de material diferente, pois uma escolha errada pode quebrar o aparelho.

Existem três tipos de brocas mais usadas na construção. A primeira delas é a broca para madeira, feita com aço de baixo carbono, preço baixo, porém. perde seu fio muito rápido. De modo geral, ela é utilizada em material que tenha alta qualidade.

As Brocas para metal têm ranhuras maiores do que as brocas de concreto e madeira. Aplicada em metais mais moles e bastante maleáveis, os transforma em um fio longo durante o corte ou cavaco.

É requisitado um espaço para que o cavaco/ fio longo não se misture entre o metal e a broca.

Já a broca de concreto, pedras e cerâmicas, ou também denominada como broca vídea, possui um desenho distinto como uma seta na cabeça. Usada e recomendada aos materiais mais duros. No entanto, elas fabricam muito pó.

Na sua composição é feita de ligas bem duras e com corpos grossos que garantem uma pressão do martelete sem quebrar.

Vale frisar que este último não tem corte tão afiado quanto a broca de madeira.